| Alta | 04:17h | 5,2m |
| Baixa | 10:45h | 1,1m |
| Alta | 16:39h | 5,1m |
| Baixa | 22:54h | 1,4m |
| Compra: | R$ 2,0032 |
| Venda: | R$ 2,0038 |
| Compra: | R$ 1,9968 |
| Venda: | R$ 1,9974 |

Com a chegada do fim do ano, um dos presentes mais desejados é o iPad.
Mania internacional, o aparelho veio para revolucionar o modo de ter entretenimento e informação. Costumo dizer que o iPad aposentou os netbooks antes mesmo da consolidação dos mesmos, afinal a nova mania hi-tech serve para acessar a internet, responder e-mails, permite visualizar ótimos e-books, é super leve e a bateria dura 10 horas. Como tudo, existem pequenos “dissabores”, por exemplo, o que ainda não me agrada é ter que instalar tudo, não rodar Java corretamente e muito menos o Flash. Nesse caso, ponto para os netbooks que foram feitos para executarem os aplicativos na nuvem (on-line) e não mais instalar localmente.
Mas tirando toda essa minha paixão por tecnologia como puderam perceber, onde fica o marketing em toda essa história?
Não só o iPad, mas todos os tablets, ficam entre a mídia feita para a web e a mídia feita para os smartphones. Os sites precisam ser pensados para diversas configurações dos PCs, Notebook, Netbooks, smartphones e agora tablets. O tipo de integração que esse tipo de dispositivo permite para o marketing é sensacional! Quanto mais próximo e rápido se chegar ao cliente, mais eficiente será seu processo de comunicação. Veja o caso do Itaú, você abre o aplicativo do banco, que automaticamente dá sua localização através do GPS e lhe mostra as agências e caixas eletrônicos mais próximos através de mapas. Parece simples, não? Puro marketing! Olha o P do ponto aparecendo bem aí.
O aplicativo deixa de ser apenas informativo, mas passa a ser a extensão do próprio banco, e o fato dele poder ser levado para qualquer lugar faz com que clientes façam transações via iPad até mesmo dentro da agência, aguardando apenas a fila para sacar dinheiro. Parece impossível, mas eu mesmo pude presenciar uma situação dessas esta semana em uma agência do Itaú em São Luís. Fiz questão de perguntar o “porque” da operação via iPad dentro da agência do banco e obtive a seguinte resposta do cliente: manipular o iPad é mais fácil do que Caixa Eletrônico. E ainda complementou que só estava alí porque ainda precisa sacar cédulas, afinal, nem todos os lugares aceitam cartões. E esta é justamente a grande diferença do iPad e outros tablets, poder ser a extensão do seu negócio.
Em sua essência o iPad é um e-reader (Leitor de livros eletrônicos) e nesta funcionalidade vem mais uma mágica na forma de integração, que tal comunicar com seu cliente, on-line, na hora que ele acaba de abrir seu anúncio em uma revista digital. Vamos deixar o fato dos anúncios poderem ter áudio e vídeo, mas considerar que eles podem ter integração levando a propaganda ao ponto de venda com apenas um toque. As pesquisas também ficam muito mais fáceis, hoje para medir o retorno de um anúncio feito em uma revista ou jornal, demanda tempo e uma metodologia cheia de variáveis, que tal saber quantas pessoas realmente viram seu anúncio, saber quanto tempo olharam, e se foram ao seu site (extensão do ponto de venda)? Isso porque não falamos das infinitas possibilidades utilizando as redes sociais, tema de nosso próximo artigo.
Aproveito para desejar boas festas a todos! E pedir desculpas, pois estive ausente por um mês da coluna, mas já estou de volta com os posts semanais. Até a próxima semana!
FRANCISCO AUGUSTO FREITAS SILVA
Médico e Advogado - MAComprei um iPad 64GB com Wi-Fi, que quero saber quais são os Apps, ilivro, iRevistas, isites..., etc direcionados para estas duas profissões, inclusive outras novidades desta maravilhosa MANIA iPad.
FRANCISCO AUGUSTO FREITAS SILVA